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Ampep premia melhores trabalhos

A Associação do Ministério Público do Estado do Pará (Ampep) premiou hoje os melhores trabalhos das áreas cível e criminal com o prêmio Procurador de Justiça Artemis Leite da Silva. Os certificados foram entregues durante as comemorações do Dia Nacional do Ministério Público, celebrado nesta sexta-feira (14), em solenidade realizada pelo Ministério Público do Estado (MPE), no auditório do edificio-sede em Belém.

O prêmio Procurador de Justiça Artemis Leite da Silva foi instituído em 1990. Os critérios de pontuação em 2012 foram: forma de apresentação (2,5 pontos), correção da linguagem (2,5 pontos) e conteúdo jurídico (5 pontos). O presidente da Ampep, Samir Tadeu Moraes Dahás Jorge e o diretor cultural e de publicações, Márcio Silva Maués de Faria, agraciaram os seguintes promotores de justiça:

CATEGORIA CÍVEL

1º lugar – Érika Menezes de Oliveira
Trabalho – Ação Civil Pública de improbidade administrativa com medida liminar de afastamento do cargo

2º lugar – Daniel Henrique Queiroz de Azevedo
Trabalho – Ação Civil Pública em defesa dos consumidores com pedidos liminares

CATEGORIA CRIMINAL

1º lugar – Aldir Jorge Viana da Silva
Trabalho – Relatório de acompanhamento de inquérito policial

2º lugar – Luiz Márcio Teixeira Cypriano
Trabalho – Denúncia criminal

Cada categoria tinha sua comissão julgadora. Seus integrantes receberam diplomas da Associação. Os trabalhos criminais foram analisados pelo procurador de justiça Miguel Ribeiro Baía e pelos promotores Alexandre Manuel Lopes Rodrigues e Ivanilson Paulo Corrêa Raiol. Já os cíveis ficaram sob análise dos promotores Frederico Antonio Lima de Oliveira, Rodier Barata Ataíde e Eliane Cristina Pinto Moreira.

Em seu discurso, Samir Dahás disse que é uma grande honra entregar este prêmio e que os agraciados são membros com ampla atuação. Relembrou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 37, recentemente aprovada pela Comissão Especial do Congresso Nacional. "Querem tirar este poder investigativo do Ministério Público simplesmente por questões de menos importância, como o cooporativismo. Não é crível que o combate à corrupção e ao crime organizado fique monopolizado. São ervas daninhas que precisam da somatória das instituições para serem tiradas do seio social. Ninguém trabalha só", criticou Dahás.

A respeito da campanha da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP) "Brasil contra a Impunidade", Samir Dahás garantiu que a Amepp vai trabalhar ativamente para que cada comarca faça audiências públicas para chamar a atenção da sociedade a respeito da PEC 37. Agradeceu ainda a participação dos membros da comissão julgadora.

Leia sobre a sessão solene que comemorou o Dia Nacional do Ministério Público aqui.

Veja abaixo mais fotos do evento:

AMPEP – Assessoria de Imprensa


Publicado em: 14.12.2012