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Nota de desagravo – Ernestino Roosevelt

 

NOTA DE DESAGRAVO


A Associação do Ministério Público do Estado do Pará (Ampep) vem a público desagravar o Promotor de Justiça Dr. Ernestino Roosevelt Silva Pantoja, que atua na área de Infância e Juventude em Belém, Capital do Estado do Pará.

A Ampep repudia veementemente as acusações feitas pelo apresentador do programa “Barra Pesada”, Agenor Santos, durante a edição do dia 17/6/2013, após exibição da reportagem relativa à morte de bebês na Santa Casa, de forma irresponsável e demonstrando um evidente desconhecimento dos fatos, das pessoas e das funções ministeriais, acusou o Promotor de se esquivar de investigar o caso em razão das suas férias (agendadas para dia 4/7/2013).

A busca da verdade, da precisão e da clareza, o respeito aos fatos, aos direitos humanos e à diversidade de opiniões são fundamentos da credibilidade, patrimônio maior da imprensa livre e da comunicação democrática. A credibilidade deve resultar da fidelidade a seus princípios e valores. Sua construção, manutenção e defesa são sagrados e nada, absolutamente nada, justifica expor esse objetivo a qualquer tipo de risco.

Toda denúncia deve ser confirmada antes de ser publicada. A apuração de uma denúncia deve manter o seu caráter jornalístico, ou seja, a intenção de buscar informação para o cidadão não se confunde com a atuação da polícia, do Ministério Público ou qualquer outro ente oficial de investigação, deve-se conceder sempre ao denunciado o direito de apresentar sua manifestação.

A vida profissional e pessoal do Promotor de Justiça Dr. Ernestino Roosevelt Silva Pantoja é modelar, no aspecto moral e ético, e serve de exemplo para os seus colegas Promotores de Justiça e para a sociedade brasileira.

O Dr. Ernestino Roosevelt Silva Pantoja não pode ser responsabilizado pela investigação dos acontecimentos desastrosos da saúde pública, eis que o episódio está vinculado à outra Promotoria de Justiça, sendo investigado pela Promotora de Justiça com atribuição para o caso desde o dia em que chegou ao conhecimento do Ministério Público – com zelo, dedicação e imparcialidade, na forma da legislação nacional.

Conhecedores dos predicados morais e profissionais do desagravado, os Diretores da Ampep asseguram que as tentativas de macular a honra do Promotor de Justiça, pela sua atuação institucional, não alcançarão o fim predeterminado, pois não passam de tentativas vãs.

Esta Associação reafirma ainda o seu compromisso em defender as prerrogativas dos membros do Ministério Público e repelir quaisquer interferências ou iniciativas difamatórias a seus associados.

A Diretoria.


Publicado em: 14.07.2013