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Nota de Esclarecimento – PJ Ney Tapajós

Nota de Esclarecimento – PJ Ney Tapajós

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Associação do Ministério Público do Estado do Pará (Ampep) vem a público prestar esclarecimentos a respeito das acusações feitas pela senhora Delcilene Barroso das Neves, por meio de um carro-som posicionado em frente ao edifício-sede do MPPA, contra o ex-cônjuge, o associado e promotor de justiça Ney Tapajós Ferreira Franco.

Esta Associação repudia as ofensivas e inverídicas declarações proferidas contra o Ministério Público e o Poder Judiciário, visto que foi insinuada até mesmo a prática de tráfico de influência entre as duas instituições. Com o objetivo de elucidar os fatos, a Ampep presta as seguintes informações:

– A guarda compartilhada e a partilha de bens foi acertada num acordo amigável no fim do relacionamento. Posteriormente, dois dos filhos do ex-casal passaram a residir com o pai. Tal decisão foi feita por deliberação deles e sem resistência alguma por parte da mãe; o direito à visitação continuou garantido.

– Após este fato, o associado deu entrada numa ação de exoneração de alimentos e revisão de alimentos na 8ª vara de família de Belém. A ação foi julgada procedente e buscou readequar a pensão alimentar devida pelo autor e diminuir o percentual que era pago, passando a ser referente a apenas à filha.

– A juíza responsável pelo processo exonerou ainda o associado do pagamento de pensão alimentar descontada em folha de pagamento com relação aos filhos que passaram a residir ele. Todo esse processo foi pautado em normas e leis, agindo sempre em prol do bem-estar dos menores envolvidos na situação.

– Há cerca de quatro meses, a filha do casal que ainda residia com a genitora decidiu ir morar com o pai. Este mês, o associado recebeu uma intimação judicial de processos onde constam as acusações de alienação parental, não pagamento de pensão, entre outros. Tais incriminações são inverídicas e insustentáveis, conforme fica comprovado pelos fatos relatados acima.

Apesar de o caso ser de natureza íntima e particular, afirmar que um membro ministerial está utilizando o seu cargo para prejudicar um andamento processual é irresponsável e inadmissível. Esta Associação reafirma ainda o seu compromisso em defender os membros do Ministério Público e repelir quaisquer interferências ou iniciativas difamatórias a seus associados. Por fim, a Ampep informa que está prestando todo apoio ao associado e acompanhará o caso com afinco.

A Diretoria


Publicado em: 14.02.2019