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MPPA elege novos componentes da CGMP

Data: 10/08/2017

O Colégio de Procuradores de Justiça elegeu na terça-feira (7) o novo corregedor-geral e o 2º subcorregedor-geral do Ministério Público do Pará para o biênio 2017/2018. A eleição ocorreu em sessão especial do Colégio de Procuradores. Uma nova eleição foi necessária a fim de preencher a vaga deixada pelo então corregedor-geral, Almerindo José Cardoso Leitão, que se aposentou. O presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Pará (Ampep), Manoel Murrieta, acompanhou a votação.
Foi eleito para o cargo de corregedor-geral o procurador de Justiça Jorge de Mendonça Rocha, com 18 votos a favor e dois brancos. O procurador ocupava o cargo de 2º subcorregedor-geral e, por conta disso, também foi necessária nova eleição para preencher a vaga deixada por ele.

O Colégio realizou a votação e elegeu para o cargo de 2º subcorregedor-geral o procurador de Justiça, Mário Nonato Falangola que também recebeu 18 votos a favor e 2 brancos. A posse dos novos integrantes da corregedoria ocorreu logo após a votação e foi presidida pelo procurador-geral de Justiça do Pará, Gilberto Valente Martins. Já o procurador, Manoel Santino Nascimento Junior, que ocupava interinamente o cargo de corregedor-geral voltou a ocupar o cargo de 1º subcorregedor-geral para o qual foi eleito em dezembro passado.

O corregedor-geral tem mandato de dois anos e é escolhido pelo Colégio de Procuradores entre seus integrantes. O órgão da Administração Superior tem a função de orientar e fiscalizar as atividades funcionais e a conduta dos membros do Ministério Público.

O novo corregedor tem em seu currículo dois mandatos e meio como presidente da Ampep e, além disso, foi coordenador do Centro de Apoio Operacional (CAO) Constitucional e subprocurador-geral das áreas técnico-adminsitrativa e jurídico-institucional. Confira abaixo uma breve entrevista abordando os planos para a gestão de Jorge Rocha:

O que o motivou a concorrer ao cargo?
Vejo a Corregedoria como a instituição que projeta o futuro da administração. Tudo passa por aqui. Depois da Carta de Brasília (emitida pelo Conselho Nacional do Ministério Público em 2016 e que busca a modernização do controle da atividade extrajurisdicional pelas corregedorias do MP) e com as últimas recomendações do CNMP ficou reforçada a preocupação com o segundo grau ministerial. A ordem do dia dentro MP e da CGMP é com a resolutividade. Queremos respostas. Temos que oferecer soluções à sociedade.

Qual será a prioridade desta gestão?
Além da resolutividade, nós queremos também nessa gestão – já iniciada pelo 1º subcorregedor Manoel Santino – fortalecer o trabalho para permitir que o próprio corregedor possa se deslocar e visitar os colegas no interior. Eu vejo isso como uma iniciativa importante, pois será possível conhecer a realidade e as dificuldades. Além disso, poderemos colher perante a população local o resultado do trabalho do Ministério Público e como o a instituição está sendo vista. Precisamos que as inspeções sejam as mais completas possíveis.

Quais serão os maiores desafios?
As novas resoluções impostas pelo CNMP e também a metodologia que será feita para buscar a resolutividade que queremos intensificar. A fiscalização e orientação devem ocorrer. E com estas mudanças iremos precisar orientar procuradores e promotores, é uma nova visão. Precisaremos de treinamentos e encontros para debater a nova ordem que está sendo instalada.

O que os membros podem esperar da sua gestão?
Uma atuação reta, justa. Iremos elogiar e enaltecer aqueles que realmente trabalham e cumprem sua missão.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MPPA